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    <title>Blog OnPsyCare</title>
    <link>https://www.onpsycare.com</link>
    <description>Descubra dicas práticas de bem-estar mental e saúde psicológica. Consulte os nossos artigos sobre ansiedade, autoestima e psicologia.</description>
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      <title>Blog OnPsyCare</title>
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      <link>https://www.onpsycare.com</link>
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    <item>
      <title>Desinteresse gera desinteresse</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/desinteresse-gera-desinteresse</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há coisas nas relações que não acontecem de repente. Vão acontecendo. Deixa-se de perguntar como foi o dia. Responde-se mais rápido, mas com menos presença. O outro começa a sentir — e, sem grande consciência disso, faz o mesmo. E quando damos por ela, já não é bem como antes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desinteresse
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem este efeito estranho: puxa mais desinteresse atrás de si. Não porque as pessoas deixem de gostar uma da outra de um dia para o outro, mas porque se vão protegendo. Às vezes é cansaço, outras vezes é mágoa, outras ainda é só aquela sensação difícil de explicar de que “já não vale a pena insistir tanto”. E ninguém diz nada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em muitas relações, este afastamento instala-se devagar. Um começa a desligar, o outro acompanha, e cria-se uma distância que depois parece difícil de atravessar. É aqui que muitas pessoas pensam: “já não há interesse”. Mas nem sempre é assim tão definitivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           terapia de casal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , este padrão aparece com frequência. Duas pessoas que ainda se importam, mas que já não sabem bem como chegar uma à outra. Falam de distância, de frieza, de ausência de ligação — mas, quando se começa a explorar, percebe-se que houve momentos anteriores que ficaram por resolver. Pequenas coisas acumuladas, mal-entendidos, expectativas não ditas. E, aos poucos, cada um foi desistindo um pouco. Nem sempre dá para recuperar, é verdade. Mas também nem sempre está perdido como parece. Às vezes, basta alguém fazer algo ligeiramente diferente, escutar com mais atenção, perguntar de forma genuína, estar um pouco mais presente, para quebrar o ciclo. Não resolve tudo, mas abre espaço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia de casal pode ajudar precisamente nisso: a compreender o que foi acontecendo entre os dois, a dar nome ao que ficou por dizer e a encontrar uma forma mais consciente de voltar a ligar — ou, em alguns casos, de perceber com mais clareza o que já não é possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, o desinteresse não é o fim. É só uma distância que se foi construindo, sem que ninguém a tenha realmente escolhido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 07:25:37 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">,#desinteresse,#relações,#Sinais de desinteresse na relação,#casal,#terapiadecasal</g-custom:tags>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Terapia online para a ansiedade</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/terapia-online-para-a-ansiedade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “E se eu não conseguir controlar isto?”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “E se algo corre mal?”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Isto não vai passar…”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há pensamentos que não chegam de repente, mas que se vão instalando devagar, quase sem se dar por isso. A ansiedade muitas vezes começa assim, como uma inquietação difícil de definir, uma sensação de tensão que não desaparece e que, aos poucos, vai ocupando mais espaço do que seria desejável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem sempre é fácil perceber quando deixa de ser algo passageiro. E é frequente surgir a dúvida: será que isto justifica procurar ajuda? Será que uma consulta de psicologia para ansiedade pode fazer diferença?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a ansiedade começa a pesar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ansiedade faz parte da vida e, em muitos momentos, até cumpre uma função importante, ajudando a antecipar, a preparar e a manter algum nível de alerta. No entanto, há alturas em que deixa de ser apenas uma reação pontual e passa a ser uma presença constante, acompanhando o dia, interferindo com o descanso, com a concentração e com a forma como se está com os outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode não ser sempre intensa, mas torna-se persistente. E essa persistência, mesmo que discreta, acaba por desgastar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muitas vezes neste ponto que a terapia online para ansiedade começa a fazer sentido, não como uma resposta a uma crise, mas como uma forma de compreender algo que deixou de ser leve.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acontece numa consulta de psicologia para ansiedade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ideia de iniciar acompanhamento pode trazer alguma hesitação, sobretudo quando não se sabe exatamente o que dizer ou por onde começar. Numa consulta de psicologia para ansiedade, não é necessário ter um discurso organizado nem respostas claras. Pode começar-se com aquilo que vier, com o que se consegue nomear naquele momento, mesmo que ainda esteja confuso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo do tempo, a psicoterapia para ansiedade online permite ir dando forma à experiência. Aos poucos, torna-se possível perceber melhor o que está por trás da ansiedade, em que momentos surge com mais intensidade, de que forma se mantém e que lugar ocupa na vida de cada pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, o simples facto de conseguir falar sobre o que se sente, num espaço seguro e sem julgamento, já representa um primeiro movimento de mudança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia online para ansiedade como forma de acesso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia ansiedade online tem vindo a facilitar o início do acompanhamento psicológico, sobretudo por permitir maior flexibilidade e por eliminar a necessidade de deslocações. Para muitas pessoas, fazer sessões a partir de casa torna o processo mais acessível e menos exigente do ponto de vista logístico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda assim, o essencial não se altera. A relação terapêutica, a continuidade das sessões e o tempo dado ao processo continuam a ser os elementos centrais. O formato online não reduz a profundidade do trabalho, apenas torna o acesso mais simples.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando faz sentido procurar ajuda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe um momento exato que indique, de forma inequívoca, que é altura de procurar apoio psicológico. No entanto, pode fazer sentido considerar uma consulta de psicologia para ansiedade quando os pensamentos se tornam difíceis de interromper, quando o corpo permanece em tensão durante grande parte do dia ou quando a sensação de inquietação começa a interferir com o bem-estar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por vezes, não é a intensidade que mais pesa, mas a repetição. O facto de algo regressar, mesmo depois de várias tentativas para lidar com isso, pode ser um sinal de que é importante olhar para a situação de outra forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para além da tentativa de controlo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ansiedade está muitas vezes associada a uma tentativa de controlo que, apesar de compreensível, acaba por aumentar a pressão. Controlar pensamentos, antecipar tudo o que pode correr mal, tentar garantir que nada falha são movimentos que procuram segurança, mas que frequentemente conduzem a mais tensão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia para ansiedade online não se limita a reduzir sintomas, mas procura compreender o que sustenta essa necessidade de controlo e abrir espaço para formas mais flexíveis de lidar com o que se sente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ansiedade pode ser difícil de explicar, mas não precisa de ser enfrentada de forma isolada. A consulta de psicologia para ansiedade, realizada através de terapia online, oferece um espaço onde é possível parar, organizar o que se vive e começar a compreender com mais clareza aquilo que, até então, parecia difuso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem sempre é necessário esperar que tudo se torne insuportável. Em muitos casos, o primeiro passo passa apenas por reconhecer que algo merece atenção e por permitir que essa experiência seja pensada com mais profundidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 10:49:09 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quando faz sentido procurar ajuda psicológica?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/quando-faz-sentido-procurar-ajuda-psicologica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Será que isto justifica procurar ajuda psicológica?”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Há pessoas com problemas mais graves do que os meus…”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Eu devia conseguir resolver isto sozinho/a”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Talvez passe…”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dúvida instala-se e, muitas vezes, adia-se.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão de procurar um psicólogo ou iniciar psicoterapia raramente surge de forma clara. Em vez disso, aparece como um desconforto persistente, uma sensação de estar a tentar lidar com tudo sozinho/a, mas sem conseguir avançar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é preciso estar no limite para procurar ajuda psicológica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe a ideia de que só faz sentido procurar um psicólogo quando a situação é grave. Quando há uma crise ou um sofrimento intenso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas a ajuda psicológica não é apenas para momentos extremos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, faz sentido iniciar psicoterapia quando algo começa a pesar de forma constante, quando surgem dúvidas difíceis de resolver sozinho/a, quando há um bloqueio emocional que se repete ou quando existe uma sensação de insatisfação difícil de explicar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é necessário ter tudo claro para procurar um psicólogo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando os problemas se repetem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos sinais mais comuns de que pode ser útil procurar apoio psicológico é a repetição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os mesmos pensamentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As mesmas dificuldades nas relações.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os mesmos padrões que parecem não mudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo com esforço, algo continua igual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia pode ajudar a compreender estes padrões e a criar novas formas de lidar com eles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais de que pode ser útil procurar um psicólogo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem sempre são sinais evidentes. Muitas vezes são subtis, mas persistentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ansiedade frequente ou constante, tristeza que não desaparece, irritabilidade, cansaço emocional, dificuldade em tomar decisões, sensação de estar perdido/a, conflitos nas relações, medo de falhar ou sensação de vazio são alguns exemplos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando estes sinais se prolongam no tempo, pode fazer sentido procurar ajuda psicológica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Devia conseguir sozinho/a”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este é um dos pensamentos mais comuns.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ideia de que pedir ajuda significa fraqueza ou incapacidade. De que é suposto resolver tudo sozinho/a.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas procurar um psicólogo não é sinal de fragilidade. É reconhecer que há situações que beneficiam de um espaço de reflexão acompanhado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acontece numa consulta de psicologia?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas pessoas evitam procurar ajuda porque não sabem o que esperar de uma consulta de psicologia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira sessão não exige certezas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é necessário saber exatamente o que dizer ou ter um problema bem definido. É um espaço para falar, organizar pensamentos e compreender o que se está a viver.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia começa muitas vezes por dar forma ao que ainda está confuso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Psicoterapia online: uma opção acessível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, a psicoterapia online em Portugal permite aceder a apoio psicológico de forma mais simples.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A consulta de psicologia online oferece maior flexibilidade, acesso mais rápido e a possibilidade de acompanhamento a partir de casa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para muitas pessoas, é a forma mais prática de iniciar terapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando faz sentido procurar ajuda psicológica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe um momento “certo” universal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas pode fazer sentido procurar ajuda psicológica quando o sofrimento é persistente, quando os problemas se repetem, quando existe dificuldade em avançar ou quando surge a necessidade de compreender melhor o que se está a viver.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, o simples facto de surgir a dúvida já é um sinal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procurar ajuda psicológica não exige um problema grave nem uma crise.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode começar com uma pergunta, uma inquietação ou uma sensação difícil de explicar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia oferece um espaço de escuta, compreensão e mudança. E, muitas vezes, é nesse espaço que se torna possível reorganizar aquilo que, até então, parecia demasiado pesado para lidar sozinho/a.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:53:26 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Vale a pena fazer terapia online?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/vale-a-pena-fazer-terapia-online</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           terapia online
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tornou-se uma das formas mais procuradas de apoio psicológico em Portugal. Nos últimos anos, a procura por psicoterapia online tem aumentado, sobretudo pela facilidade de acesso e pela flexibilidade que oferece. Ainda assim, é natural surgir a dúvida: vale mesmo a pena fazer terapia online?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resposta depende da pessoa e do momento que está a atravessar, mas a evidência clínica e científica aponta num sentido claro: para a maioria das situações, a terapia online é uma opção eficaz e válida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é a terapia online?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A terapia online, ou
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           psicoterapia online
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , consiste num acompanhamento psicológico realizado à distância, normalmente através de videochamada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de não existir presença física, mantém os elementos essenciais da psicoterapia: um espaço de escuta, confidencialidade e um trabalho estruturado ao longo do tempo. A diferença está no formato, não na qualidade do processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A terapia online funciona mesmo?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das perguntas mais frequentes é se a psicoterapia online funciona. A resposta, com base na evidência atual, é sim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Problemas como ansiedade, depressão, stress ou dificuldades emocionais respondem bem a este tipo de acompanhamento. O fator mais importante não é o meio, mas sim a qualidade da relação terapêutica e a regularidade das sessões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vantagens da terapia online em Portugal
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia online em Portugal apresenta várias vantagens práticas que explicam o seu crescimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Permite acesso mais rápido a consultas de psicologia, sem listas de espera prolongadas. Oferece maior flexibilidade de horários, o que facilita a integração no dia a dia. Elimina deslocações e permite manter o acompanhamento mesmo em fases de mudança ou maior instabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para muitas pessoas, o facto de estarem no seu próprio espaço também facilita o início da terapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Terapia online vs presencial
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha entre terapia online e presencial depende das preferências e necessidades de cada pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia online tende a ser mais prática e acessível, enquanto a presencial pode ser preferível para quem valoriza o contacto direto. Na prática, muitas pessoas adaptam-se rapidamente ao formato online e mantêm o acompanhamento dessa forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Existem desvantagens?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar das vantagens, a psicoterapia online também tem algumas limitações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depende de uma ligação estável à internet e pode não ser a melhor opção em situações clínicas mais graves. Nesses casos, pode ser necessário acompanhamento presencial ou uma abordagem combinada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Para quem faz sentido a terapia online?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A consulta de psicologia online pode ser indicada para quem sente ansiedade persistente, desmotivação, dificuldades nas relações ou está a atravessar uma fase de vida exigente, como uma separação ou uma perda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também pode ser uma boa opção para quem procura um espaço de reflexão ou autoconhecimento. Não é necessário estar em crise para procurar apoio psicológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quanto custa a terapia online em Portugal?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor de uma consulta de psicologia online em Portugal varia, em média, entre 30€ e 70€ por sessão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A terapia online é segura?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, desde que seja realizada por profissionais qualificados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As consultas devem garantir confidencialidade e respeitar as normas éticas da prática psicológica. Do lado da pessoa, é importante assegurar um espaço privado durante a sessão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vale a pena, então?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para muitas pessoas, sim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia online permite acesso a acompanhamento psicológico de forma simples e flexível, mantendo a qualidade do processo terapêutico. O mais importante não é o formato, mas sim encontrar um psicólogo adequado e manter continuidade nas sessões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No fundo, a melhor forma de perceber se vale a pena é experimentar. Em muitos casos, é esse primeiro passo que permite começar a organizar aquilo que, até então, parecia difícil de compreender sozinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:04:59 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-4031707.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que é a psicoterapia?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/o-que-e-a-psicoterapia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Psicoterapia não é "apenas" falar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-5336910.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A psicoterapia utiliza estratégias para aceder a camadas profundas da nossa experiência. Há uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           transformação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da forma como sentimos e percebemos a realidade. Não é apenas sobre o que se diz, mas sobre o que se sente e se transforma no encontro terapêutico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O sistema nervoso é moldado pelas experiências de vida e é capaz de se reorganizar e criar novas conexões consoante a forma como as processamos (chamamos a isto
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           neuroplasticidade
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando vivenciamos novas formas de segurança e compreensão em terapia, estamos a fornecer os estímulos necessários para a mudança. Enquanto processamos emoções e construímos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           novos significados, o cérebro estabiliza novas rotas neuronais
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, a psicoterapia é vista apenas como um espaço de desabafo. No entanto, o que acontece em consulta é muito mais do que isso, é uma intervenção clínica profunda que visa a reorganização da experiência interna do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           lugar seguro
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            onde compreendemos que o sofrimento muitas vezes está cristalizado em padrões de resposta que o cérebro aprendeu para sobreviver e que podem ser alterados. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando conseguimos processar uma dor antiga ou integrar novos significados sobre as experiências vividas, estamos a dar instruções ao nosso sistema nervoso para se reconfigurar - "Neurónios que disparam juntos, conectam-se juntos" (Donald Hebb).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isto significa que, ao cultivarmos novas formas de sentir e de nos relacionarmos com a nossa história no ambiente terapêutico, estamos a fortalecer redes neuronais novas, mais funcionais e resilientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A psicoterapia não é apenas "falar sobre o passado", mas sim criar as condições para um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           futuro diferente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-17264274.jpeg" length="641549" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:07:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/o-que-e-a-psicoterapia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-17264274.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-17264274.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A sombra do perfeccionismo</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/a-sombra-do-perfeccionismo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se eu falhar? De que tenho medo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Vou desiludir e perceber que não sou capaz”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Vai ser uma vergonha”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Vou perder o controlo de tudo”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (…) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São várias as possibilidades e é grande o medo de embarcar por esta descoberta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O perfeccionismo consegue ser
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           culpa que se mascara de cuidado
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , ser
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cansaço que se mostra como disciplina
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Uma sombra que sussurra “ainda não é suficiente, podes fazer mais”, “não podes falhar”…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Talvez seja uma sombra que o/a acompanha há relativamente pouco tempo ou talvez seja difícil ver uma altura da sua vida em que esta não existia. Talvez seja claro para si quando começou ou talvez não saiba o que é viver sem este peso... Mas certamente, existirá um motivo para este medo existir… esta sombra terá a sua história.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Se levasse esta parte de si a tomar um café ou a dar um passeio
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , imagina que angústias partilharia consigo? Conseguiria perceber mais sobre o porquê de ter surgido? O porquê de permanecer na sua vida? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dar espaço a esta parte não significa ceder ao perfeccionismo. Significa abrir caminho para que o medo se transforme em compreensão, e aos poucos, em liberdade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-7273324.jpeg" length="154960" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 21:45:35 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/a-sombra-do-perfeccionismo</guid>
      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-7273324.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-7273324.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>E o ócio, onde fica? Ainda há espaço para ele?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/e-o-ocio-onde-fica-ainda-ha-espaco-para-ele</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vemos muitas pessoas atarantadas durante as férias, a planear os dias, a estruturar o descanso, a tentar aproveitar o tempo porque a verdade é que ele é pouco e daqui a nada o trabalho está de volta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nem sempre é fácil dar espaço ao ócio, pode parecer uma verdadeira perda de tempo. Por isso,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “não fazer nada” traz agitação a muitas pessoas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Muitos pensamentos sobre o que os outros estão a aproveitar, o que pode estar a perder, o que ficou por fazer, o tempo a escassear. É fácil chegar ao final do dia e sentir que não aproveitou. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas será “não fazer nada” realmente não aproveitar? Se for vivido com qualidade, talvez não.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Talvez "não fazer nada" seja uma forma profunda de fazer tudo aquilo que realmente importa
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : observar o mar sem pressa, deixar o tempo escorrer devagar, perder a noção das horas, demorar-se mais um bocado numa tarefa simples do dia que costuma ter de acelerar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As férias não são apenas uma pausa do trabalho, são um convite a deixarmos de fazer para simplesmente ser. Há coisas que não têm de servir para nada, que não têm prática imediata, mas que nutrem e renovam energia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se quiser explorar mais sobre estas ideias, fica a sugestão de leitura - A Inutilidade do Inútil, Nuccio Ordine. Para ler nas férias, ou fora delas, porque encontrar espaço para o ócio é uma necessidade e não um luxo de férias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-20828603.jpeg" length="214464" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 14 Aug 2025 14:12:43 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/e-o-ocio-onde-fica-ainda-ha-espaco-para-ele</guid>
      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-20828603.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-20828603.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A gravidez também é emocional</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/a-gravidez-tambem-e-emocional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A gravidez é mais do que uma experiência física.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É um processo profundo de transformação na identidade, nas emoções, nas relações e na forma como cada pessoa se posiciona no mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a gestação, não emergem apenas mudanças corporais. É comum surgirem emoções intensas e, por vezes, contraditórias:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A alegria e a esperança de um novo começo
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A ansiedade e as dúvidas perante o desconhecido
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • O luto por antigas versões de si mesma
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • O reencontro com memórias da infância e com a história familiar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tudo isto faz parte de uma transição que é tão emocional quanto biológica. E é precisamente aqui que a psicologia perinatal pode oferecer um espaço de apoio e escuta qualificada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como pode ajudar?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A lidar com o turbilhão emocional da gravidez e do pós-parto
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A acolher medos e inseguranças sem julgamento
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A preparar um vínculo seguro com o bebé, desde o início
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A fortalecer a parentalidade consciente e com sentido
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • A honrar o tempo único de cada pessoa neste caminho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se está grávida, a viver o pós-parto, a caminho da parentalidade ou apenas quer compreender melhor esta fase da vida, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           lembre-se: não está sozinha.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na OnPsyCare, estamos aqui para caminhar consigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4513731.jpeg" length="495668" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:22:22 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/a-gravidez-tambem-e-emocional</guid>
      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4513731.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4513731.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sinais de desinteresse na relação: quando o vínculo começa a enfraquecer</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/sinais-de-desinteresse-na-relacao-quando-o-vinculo-comeca-a-enfraquecer</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum idealizarmos as relações amorosas como algo constante, estável e seguro. No início, o envolvimento emocional costuma ser intenso, há interesse genuíno, troca, partilha e uma vontade clara de estar perto. Com o tempo, no entanto, é natural que a dinâmica mude. Rotina, stress, responsabilidades e até desafios individuais podem afetar a forma como nos relacionamos. Mas quando esses fatores se prolongam e dão lugar ao afastamento emocional, vale a pena estar atento aos sinais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificar o desinteresse numa relação não é simples. Muitas vezes, ele não se apresenta de forma direta, mas sim através de pequenas atitudes, ausências e silêncios. E é justamente por serem subtis que, por vezes, passam despercebidos até causarem desgaste profundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abaixo, partilhamos alguns sinais que podem indicar que algo mudou:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            O silêncio ocupa o lugar da conversa
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Num casal, a comunicação é mais do que palavras: é partilha, escuta, envolvimento. Quando o diálogo começa a rarear, ou quando as conversas tornam-se apenas funcionais — centradas em tarefas, obrigações ou temas neutros —, é sinal de que a conexão emocional pode estar a enfraquecer. Há menos interesse em saber como o outro está ou em partilhar o próprio mundo interior.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Deixa de haver vontade de estar junto
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com o tempo, é natural que o entusiasmo do início da relação abrande. No entanto, quando se nota uma falta de iniciativa persistente — quando um dos parceiros já não propõe momentos a dois, não demonstra interesse em fazer planos ou evita encontros —, pode ser um sinal de desinteresse. Estar com o outro deixa de ser uma escolha e passa a ser quase uma obrigação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            O afeto desaparece aos poucos
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O toque, o carinho, os elogios e os gestos de atenção são expressões do vínculo afetivo. Quando estes comportamentos desaparecem ou se tornam forçados, pode haver um distanciamento emocional em curso. O afeto não precisa ser constante nem sempre intenso, mas deve ser genuíno e presente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Tudo se torna motivo de conflito
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A irritabilidade é um sinal que, muitas vezes, mascara frustração, cansaço ou insatisfação não verbalizada. Pequenos hábitos do outro que antes passavam despercebidos tornam-se fonte de desconforto. Os desentendimentos tornam-se mais frequentes, e o tom de voz mais duro. Nestes casos, a irritação pode ser uma forma inconsciente de expressar o mal-estar na relação — ou até de esconder algo no relacionamento que ainda não foi verbalizado ou compreendido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            A indiferença instala-se
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Talvez o sinal mais profundo e difícil de encarar: a indiferença. Já não há curiosidade sobre como o outro se sente, já não se pergunta, não se escuta, não se repara. O que o outro vive ou pensa deixa de importar. É como se o espaço emocional entre os dois tivesse sido esvaziado. A ausência de empatia quebra o sentido de ligação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Começa a haver falta de consideração
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro sinal que pode indicar desinteresse é a atitude de não dar satisfação no relacionamento. Quando um dos parceiros deixa de partilhar o que faz, com quem está ou como se sente, pode estar a criar uma distância que rompe com a transparência e a confiança que sustentam a relação. A liberdade é essencial, mas a ausência de comunicação pode refletir descomprometimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que fazer quando estes sinais aparecem?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sentir que a relação está a mudar pode ser doloroso. Mas também pode ser uma oportunidade para refletir, conversar e, se ainda houver vontade de ambos os lados, reconstruir. Reconhecer que algo não está bem é um passo corajoso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É normal surgirem dúvidas como: pode ou não pode perguntar ao namorado se algo mudou? Se está tudo bem? Se ainda existe vontade de continuar a relação? A resposta é sim: pode, e talvez deva. A comunicação é essencial, e evitar este tipo de perguntas, por medo da resposta, só aumenta a distância.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem todas as relações precisam ser salvas, mas todas merecem ser compreendidas. Falar abertamente sobre o que se sente, ouvir com empatia e procurar compreender as necessidades de cada um pode abrir caminhos. Quando o diálogo a dois já não é suficiente, procurar ajuda profissional pode ser essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia de casal ou a psicoterapia individual podem ajudar a clarificar sentimentos, identificar padrões e apoiar decisões. Seja para reconstruir a relação ou para encerrar um ciclo com respeito, o acompanhamento psicológico pode tornar o processo mais consciente e menos solitário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na OnPsyCare, acreditamos na importância de relações saudáveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cuidar da saúde emocional também passa por cuidar da qualidade das nossas relações. Se sente que algo mudou na sua relação e não sabe por onde começar, estamos aqui para ajudar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Através de psicoterapia online nossa equipa está disponível para escutar, acolher e apoiar, sempre com empatia, sigilo e profissionalismo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-28171032.jpeg" length="926572" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 29 Jun 2025 09:32:21 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>E se a procrastinação não for preguiça?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/e-se-a-procrastinacao-nao-for-preguica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Não consigo fazer isto agora... Vou ver só mais um vídeo primeiro.”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Só mais cinco minutinhos no telemóvel e começo!”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “É melhor esperar até sentir mais motivação.”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Não vale a pena começar agora. Amanhã penso nisto.”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se esta procrastinação for mais do que um “simples” adiar de tarefas? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se esta parte de si que procrastina estiver a tentar protegê-lo/a de sentir algo difícil? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A procrastinação pode ser uma forma de:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Evitar o medo de falhar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Evitar crítica interna
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Escapar à pressão do “perfeccionismo”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Não entrar em contacto com o medo de ser insuficiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Exaustão emocional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em vez de se julgar por procrastinar, tente questionar-se:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “O que é que esta minha parte pode estar a tentar proteger?”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A procrastinação, na verdade, pode ser uma parte de si a tentar protegê-lo/a de algo mais doloroso: medo, vergonha, crítica…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comece por observar quando a procrastinação aparece e tente questionar-se mais sobre ela. A transformação começa com a escuta interna. Experimente olhar com curiosidade para esta parte de si, em vez de criticar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Quando é que esta minha parte que procrastina surge?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - O que é que esta parte teme que possa acontecer se eu terminar a tarefa? Ou durante a execução da tarefa? Ou mesmo, após já ter terminado?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Do que é que esta parte precisa para se sentir mais segura?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Talvez a procrastinação não seja o problema, mas sim um sintoma. 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já tentou conversar com esta parte de si?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 07:51:25 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mais 5 Comportamentos que Não Deve Aceitar num Relacionamento</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/mais-5-comportamentos-que-nao-deve-aceitar-num-relacionamento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/10-comportamentos-que-nao-deve-aceitar-num-relacionamento"&gt;&#xD;
      
           Já falámos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            sobre críticas destrutivas, ciúmes excessivos ou desvalorização constante. Mas há outros comportamentos menos óbvios — e igualmente nocivos — que merecem atenção. São formas subtis de abuso emocional que, com o tempo, corroem a autoestima, o bem-estar e a confiança na relação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Abaixo, deixamos mais 5 atitudes que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           nunca devem ser normalizadas num relacionamento amoroso
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            11. Gaslighting (manipulação da perceção)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando alguém tenta distorcer a realidade para o fazer duvidar da sua memória, emoções ou sanidade, está a praticar gaslighting. Frases como "Estás a imaginar coisas", *"Nunca disse isso" ou "Estás sempre a exagerar" são exemplos de manipulação emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este comportamento mina a sua confiança em si próprio e enfraquece a sua perceção da realidade. Com o tempo, pode levar à confusão mental, ansiedade e sensação de isolamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            12. Chantagem emocional
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Frases como “Se me amasses mesmo, fazias isto por mim” são formas disfarçadas de chantagem. Nestes casos, o parceiro usa a culpa, o medo ou o afeto como forma de controlo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chantagem emocional cria um desequilíbrio na relação, onde uma das partes sente que tem de ceder constantemente para evitar discussões, rejeições ou afastamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            13. Invasão do espaço pessoal
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estar numa relação não significa abrir mão da sua privacidade ou individualidade. Quando o parceiro exige saber tudo o que faz, com quem está ou tenta controlar a sua vida social, está a invadir o seu espaço pessoal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relacionamentos saudáveis incluem liberdade, confiança e respeito mútuo — não vigilância constante nem controlo disfarçado de "preocupação".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           14. Minimizar os seus sentimentos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre que desabafa e ouve respostas como “Estás a ser sensível demais”, “Isso não é nada” ou “Estás a complicar”, o que está a acontecer é uma desvalorização emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos os sentimentos são válidos. O parceiro não tem de concordar com tudo o que sente, mas deve escutar, acolher e procurar compreender.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           15. Críticas constantes e destrutivas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ninguém é perfeito — e todas as relações passam por momentos de confronto. Mas há uma diferença clara entre dar feedback construtivo e criticar sistematicamente de forma cruel ou humilhante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o parceiro o rebaixa, ridiculariza ou compara com outras pessoas, isso não é franqueza: é agressividade emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que fazer se reconhecer estes sinais?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ✔️ Reflita sobre os padrões: Estes comportamentos não são "normais" nem fazem parte do "amor verdadeiro".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ✔️ Fale com alguém da sua confiança: Um amigo, familiar ou psicólogo pode ajudar a ver a situação com maior clareza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ✔️ Procure apoio profissional: Se sentir que está preso(a) num ciclo emocional difícil, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para recuperar o controlo da sua vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relacionar-se deve ser algo que faz crescer, não diminuir. Se sente que está a apagar-se aos poucos dentro da relação, pode estar na altura de pedir ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na OnPsyCare, estamos disponíveis para o escutar, sem julgamentos. Porque ninguém deve aceitar menos do que respeito, empatia e liberdade num relacionamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 07:46:05 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Viver com medo não é viver. É sobreviver.</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/viver-com-medo-nao-e-viver-e-sobreviver</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos nós procuramos, de uma forma ou de outra, alcançar a felicidade. Ainda que os caminhos para lá chegar sejam distintos, e que o conceito de felicidade varie de pessoa para pessoa, há algo que nos une: o desejo de viver uma vida com sentido, preenchida por emoções positivas e relações significativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, o medo — sobretudo o medo de sofrer — pode tornar-se um obstáculo silencioso que nos impede de avançar. Muitas vezes, a tentativa de evitar a dor conduz-nos à estagnação emocional. E é aqui que surge a pergunta: estaremos realmente a viver, ou apenas a sobreviver?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O impacto do medo nas nossas escolhas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É natural querer evitar situações que nos magoaram no passado. A rejeição, a perda ou a frustração podem deixar marcas profundas, e o instinto de proteção leva-nos frequentemente a evitar novas experiências semelhantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, esta estratégia pode ser enganadora. Fugir daquilo que nos causa medo pode dar uma sensação momentânea de segurança, mas acaba por limitar a nossa capacidade de viver plenamente. O medo deixa de ser um mecanismo de defesa pontual e transforma-se numa prisão emocional, que nos impede de crescer, de nos conectar com os outros e de nos abrir a novas possibilidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Zona de conforto: segurança ou bloqueio?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chamada zona de conforto pode ser, à primeira vista, um espaço seguro. É familiar, previsível, e parece proteger-nos do sofrimento. Mas viver constantemente dentro desses limites pode levar a uma vida monótona, sem espaço para descoberta ou realização pessoal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Viver implica riscos. Implica a possibilidade de falhar, de sofrer e de ser rejeitado — mas também implica a oportunidade de sentir alegria, amor, realização e pertença. São essas emoções intensas que dão profundidade à experiência humana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Evitar o sofrimento não elimina o medo 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum acreditar que, com o tempo, o medo desaparece se evitarmos o que o provoca. Contudo, na prática, a evitação tende a manter o medo ativo. A cada oportunidade recusada, reforça-se a ideia de que é perigoso tentar de novo, alimentando um ciclo difícil de quebrar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O caminho passa, muitas vezes, por enfrentar esses receios de forma gradual, com apoio adequado, permitindo ao corpo e à mente reconhecer que é possível voltar a viver experiências positivas, sem que estas resultem, inevitavelmente, em dor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           É possível reaprender a viver
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A boa notícia é que é possível quebrar este ciclo. Com suporte psicológico e um ambiente seguro, cada pessoa pode (re)descobrir a sua capacidade de arriscar, de confiar e de se envolver. O processo pode ser desafiante, mas é também profundamente transformador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia pode ajudar a identificar os padrões de evitação, compreender a origem dos medos e, acima de tudo, criar estratégias para voltar a viver com autenticidade e liberdade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Viver com medo é viver pela metade. É permanecer numa zona segura, mas emocionalmente limitada. Ao permitir-se sair dessa zona, por mais difícil que seja, abre-se a porta à possibilidade de construir uma vida mais rica, mais plena e mais alinhada com aquilo que realmente importa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na OnPsyCare, acreditamos que cuidar da saúde mental é o primeiro passo para viver, e não apenas sobreviver.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-236151.jpeg" length="409382" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 17:34:23 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>10 Comportamentos que Não Deve Aceitar num Relacionamento</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/10-comportamentos-que-nao-deve-aceitar-num-relacionamento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os relacionamentos saudáveis baseiam-se no respeito, na confiança e no compromisso mútuo. No entanto, por vezes, podem surgir padrões de comportamento prejudiciais que, se forem ignorados, podem comprometer a saúde emocional e o bem-estar de uma pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se está numa relação, é essencial reconhecer os sinais de alerta que indicam que algo não está bem. Aqui estão dez comportamentos que nunca deve aceitar num relacionamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. Falta de respeito
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O respeito é a base de qualquer relação saudável. Se o seu parceiro desvaloriza as suas opiniões, critica constantemente as suas escolhas ou o trata com indiferença, isso é um sinal de alerta. Pequenos comentários depreciativos ou atitudes que o fazem sentir inferior podem, a longo prazo, afetar a sua autoestima e segurança emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. Falta de comunicação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma comunicação aberta e honesta é essencial para resolver problemas e fortalecer a relação. Se o seu parceiro evita conversas sérias, responde com silêncio ou se recusa a discutir questões importantes, isso pode levar a mal-entendidos e ressentimentos acumulados. Uma relação saudável exige que ambas as partes se sintam ouvidas e compreendidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. Falta de confiança
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem confiança, qualquer relacionamento torna-se frágil. Se há suspeitas constantes, verificações excessivas do telemóvel ou redes sociais, ou um medo constante de traição, isso pode indicar uma insegurança tóxica. A confiança deve ser construída e reforçada diariamente, não imposta à força.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. Comportamento controlador
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O amor nunca deve significar perda de liberdade. Se o seu parceiro tenta controlar a forma como se veste, com quem fala ou para onde vai, isso é um comportamento alarmante. Relações saudáveis são baseadas na autonomia e no respeito pela individualidade de cada um.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. Falta de esforço
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma relação bem-sucedida exige esforço de ambos os lados. Se apenas um dos parceiros está a tentar manter a relação viva, pode ser sinal de um desequilíbrio. O amor não deve ser unilateral; ambos devem estar dispostos a investir tempo e dedicação na relação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           6. Desonestidade
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pequenas mentiras podem parecer inofensivas no início, mas a falta de transparência mina a confiança entre o casal. Seja por omitir informações importantes ou criar histórias falsas, a desonestidade compromete a segurança emocional da relação e pode levar ao seu colapso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           7. Falta de apoio
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa relação saudável, os parceiros apoiam-se mutuamente. Se o seu parceiro menospreza os seus sonhos, ignora os seus desafios ou não celebra as suas conquistas, isso pode ser um sinal de falta de empatia. Ter alguém ao seu lado que o incentiva e acredita em si faz toda a diferença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           8. Comportamento abusivo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O abuso pode ser físico, emocional ou psicológico, e nenhuma forma dele deve ser tolerada. Se há agressões verbais, insultos, ameaças ou qualquer tipo de manipulação emocional, isso é um sinal claro de um relacionamento tóxico. O abuso nunca é justificável e procurar ajuda é fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           9. Negligência emocional
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos temos necessidades emocionais e, num relacionamento, é essencial que ambas as partes se sintam valorizadas. Se o seu parceiro constantemente ignora os seus sentimentos, não demonstra interesse pelo seu bem-estar ou desvaloriza as suas emoções, isso pode ser um sinal de negligência emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           10. Infidelidade
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infidelidade destrói a confiança e pode causar feridas emocionais profundas. Embora algumas pessoas consigam superar uma traição, o impacto emocional pode ser devastador. Se a fidelidade e o compromisso são importantes para si, a infidelidade pode ser um limite intransponível na relação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se reconhece um ou mais destes comportamentos na sua relação, é essencial refletir sobre o impacto que estão a ter no seu bem-estar. O amor não deve ser sinónimo de sofrimento, e uma relação saudável é aquela em que ambas as pessoas se sentem seguras, respeitadas e valorizadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se sentir que precisa de apoio, não hesite em procurar ajuda profissional. A sua felicidade e saúde mental são prioridades.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-1534633.jpeg" length="410672" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 18:19:43 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aceitação e Transformação em Psicoterapia</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/aceitacao-e-transformacao-em-psicoterapia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando falamos sobre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aceitar todas as partes de nós
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mesmo as mais difíceis ou de que menos gostamos, muitas vezes isto é confundido com o ato de nos conformarmos, de nos rendermos e desistirmos de mudar. No entanto, aceitar todas estas dimensões é o que nos permite realmente conhecê-las e perceber o que dizem sobre nós e sobre o que precisamos. Não conseguimos mudar aquilo que não conhecemos e, por isso, este processo de descoberta e aceitação é essencial para que possa existir transformação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Geralmente, quando alguém decide procurar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           terapia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , vem com o objetivo de mudar as partes que menos gosta em si.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Partes ansiosas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que fazem sentir uma agitação constante;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Partes perfecionistas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e exigentes que não deixam descansar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Partes mais assustadas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que trazem bloqueios; … A lista é imensa. Há sempre partes de nós de que não gostamos e que sentimos que “quando finalmente nos livrarmos disto, tudo ficará melhor.”
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas e se estas partes de si tiverem algo importante a dizer sobre o que está a sentir, sobre o que está a acontecer consigo neste momento?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           se tentar compreendê-las fizer parte da solução
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que procura?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se, em vez de tentar eliminá-las, for importante perceber porque fazem parte de si? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eu sei, pode parecer insensato e contraproducente. Afinal, o que mais deseja é ver-se livre do sofrimento que tem sentido e estas partes também são motivo para estas emoções difíceis. No entanto, se elas podem fazer parte do motivo, não será importante tentar compreender o porquê de existirem? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, o foco em eliminar estas partes negligencia a informação que têm para nos dar. Queremos estratégias rápidas, queremos soluções, mas isto parece acalmar apenas por algum tempo, para logo regressar o desespero que conhece. Se se identificar com isto, fica aqui um convite. Da próxima vez que sentir uma destas partes a dominar dentro de si, questione-se: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Onde sente esta parte no seu corpo? O que é que ela gostava que soubesse? Há alguma coisa que esta parte está a tentar fazer por si? Há quanto tempo é que ela existe? O que a preocupa? Como pode ajudá-la? O que precisa de si?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se não conseguir respostas, está tudo bem. Isto é bem mais difícil do que pode parecer. Quando voltar a sentir esta parte, procure experimentar novamente uma atitude de curiosidade e ver o que vai descobrindo sobre ela e sobre si. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           terapia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pode ser uma ferramenta crucial para esta descoberta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-774866.jpeg" length="243124" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 Feb 2025 09:17:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/aceitacao-e-transformacao-em-psicoterapia</guid>
      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-774866.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-774866.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Natal e o luto</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/o-natal-e-o-luto</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesta fase de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Natal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            somos inundados de imagens que apelam à família, à conexão com as pessoas que mais gostamos, ao criar de novas memórias felizes… mas e quando não é assim? E quando o Natal se torna um lembrete do que outrora partilhamos e que agora nos faz tanta falta? Tanta falta que dói. E dói tanto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando perdemos alguém importante, há certos datas que se tornam difíceis. Uma delas pode ser o Natal. Claro que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           recordamos a pessoa ao longo de todo o ano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , claro que temos tantas coisas que nos trazem uma saudade imensa. No entanto, nestes dias, pode sentir que se torna tudo mais cinzento. Pode sentir que o dia passa lentamente, moendo por dentro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Muitas vezes, numa tentativa de ajudar, as pessoas à sua volta podem tentar puxar para que faça coisas diferentes, para que se distraia. Se for algo bom, ótimo, mas caso precise do seu espaço, permita-se fazê-lo também. Às vezes, podemos até sentir julgamento pela maneira como nos sentimos, como escolhemos passar o dia... mas é importante que se permita
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           lidar com este dia da forma que lhe fizer mais sentido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Da forma que ajudar mais, dentro do possível, seja estar no seu espaço seguro, seja rodeando-se de pessoas que possam acarinhar a sua dor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se ajudar, permita-se também homenagear esta pessoa que tanta falta lhe faz. Planeie com antecedência como pode fazê-lo. Se no dia não conseguir seguir o plano, está tudo bem. O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           luto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é feito de ondas de diferentes emoções, num dia pode sentir-se conectado e feliz por tudo o que viveram e noutro dia sentir uma grande revolta por esta perda.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tenha um plano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e, se nesse dia fizer sentido, relembre aquela pessoa através de um ritual como ver fotografias, ouvir uma música, ir a um local que tanto gostavam, ir ao cemitério, ver um por do sol...
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Chore, recorde, sorria, sinta a saudade que lhe aperta o peito. O amor é tanto que não desapareceu nem vai desaparecer por não
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ter a presença desta pessoa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Mas, embora esta dor não vá embora, pode aprender a conviver com ela. No seu tempo, da sua maneira, encontrará o conforto que precisa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Sobreviver é uma prova de amor. É confirmar a verdade do vosso amor. É não permitir que a morte acabe com a vossa relação. Sobreviver é um protesto. É afirmar diante da vida e da morte que o vosso amor não acabará.” (Márcia Amorim)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este texto é inspirado no livro “Há vida no luto” de Márcia Amorim. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-29760895.jpeg" length="368663" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 15 Dec 2024 22:41:57 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Porque choramos?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/porque-choramos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Embora o choro seja muitas vezes algo que tentamos conter – por medo de mostrar fragilidade ao outro, por não querermos sentir a nossa própria dor – a verdade é que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           as nossas lágrimas têm várias funções importantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando vemos alguém chorar, ativamos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empatia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compaixão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no outro. Essa é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            função social
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do choro. Funciona como um sinal de que o outro precisa de nós ou de que nós precisamos do outro, do seu apoio, de carinho e conforto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para além disto, as nossas lágrimas são compostas por hormonas de stress (como a hormona adrenocorticotrópica). Estas hormonas surgem por estarmos a lidar com um momento difícil e precisam de ser libertadas através do choro. As lágrimas são a forma de as expulsar, caso contrário ficam contidas no nosso corpo e tornam-se tóxicas trazendo, por exemplo, tensão muscular e aumento da pressão sanguínea.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assim,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           chorar funciona quase como um analgésico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Permite-nos libertar a dor que sentimos e ajuda-nos a melhorar o humor. Quando acompanhados, estas lágrimas são também um pedido de ajuda, um ponto de conexão e empatia. Permitir-nos chorar não é fraqueza, é uma parte importante de sentir e de processar o que está a ser difícil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #Chorar #SaúdeEmocional #ExpressãoEmocional #LibertarAsLágrimas #Empatia #ConexãoHumana #FunçãoDoChoro #ProcessarADor #SaúdeMental #CuidarDeSi #BemEstar #Psicologia #OnPsyCare
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-6716225.jpeg" length="396299" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 13:03:51 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prevenção do Burnout: Um Guia Essencial para Manter o Bem-Estar Mental</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/prevencao-do-burnout-um-guia-essencial-para-manter-o-bem-estar-mental</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O burnout, ou síndrome de esgotamento profissional, é um problema cada vez mais comum no mundo lprofissional. Caracterizado por uma sensação de exaustão emocional, despersonalização e uma reduzida realização pessoal no trabalho, o burnout afecta milhões de pessoas globalmente, comprometendo o seu bem-estar e a sua produtividade. Neste artigo, exploramos estratégias eficazes para a prevenção do burnout, com o intuito de promover uma vida laboral mais saudável e equilibrada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o Burnout?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O burnout é uma resposta prolongada ao stress crónico no local de trabalho. Ao contrário de um cansaço temporário, que pode ser resolvido com descanso, o burnout é o resultado de um desgaste contínuo e excessivo, afectando profundamente a saúde mental, emocional e física da pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais sintomas incluem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Fadiga extrema e persistente;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentimentos de descrença e distanciamento em relação ao trabalho;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Baixa auto-estima e sentimento de ineficácia;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Irritabilidade e dificuldades de concentração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora o burnout tenha sido tradicionalmente associado a profissões de alta pressão, como saúde, educação e finanças, qualquer pessoa, em qualquer sector, pode ser afectada, dependendo das condições do seu ambiente laboral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estratégias de Prevenção do Burnout
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prevenção do burnout abrange o cuidado com o corpo, a mente e o ambiente de trabalho. Abaixo, destacamos algumas das principais práticas recomendadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Promover o Equilíbrio entre Trabalho e Vida Pessoal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos factores mais comuns que levam ao burnout é o desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal. O uso excessivo de tecnologias digitais, como o e-mail ou as plataformas de comunicação, pode prolongar a jornada de trabalho para além do horário oficial. Estabelecer limites claros e desligar-se das obrigações profissionais fora do expediente é crucial para permitir uma recuperação adequada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Definir horários fixos para o início e o fim da jornada de trabalho;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Evitar responder a e-mails fora do horário de trabalho;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Reservar tempo para actividades de lazer, hobbies e momentos em família.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Desenvolver a Inteligência Emocional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A inteligência emocional é a capacidade de reconhecer e gerir as próprias emoções e as dos outros. Colaboradores emocionalmente inteligentes conseguem lidar melhor com o stress e os desafios do dia a dia, o que ajuda a prevenir o burnout.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Praticar a autoconsciência, reconhecendo os sinais iniciais de stress;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Desenvolver a empatia, compreendendo as necessidades emocionais dos colegas;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Cultivar a capacidade de regular as emoções, evitando reacções impulsivas a situações stressantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Implementar Pausas Regulares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As pausas regulares ao longo do dia ajudam a reduzir o stress e a manter a produtividade. Pequenos intervalos de 5 a 10 minutos podem ter um impacto significativo na capacidade de concentração e no bem-estar geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Fazer pequenas pausas a cada 90 minutos de trabalho;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Aproveitar as pausas para realizar uma curta caminhada, alongamentos ou meditação;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Evitar passar as pausas nas redes sociais, optando por actividades que proporcionem um verdadeiro descanso mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Incentivar uma Cultura de Apoio no Trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cultura organizacional desempenha um papel vital na prevenção do burnout. Ambientes de trabalho que promovem o apoio mútuo, a comunicação aberta e a valorização do colaborador tendem a ter índices mais baixos de burnout.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Criar espaços para que os colaboradores partilhem preocupações e desafios;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Promover o trabalho em equipa e o reconhecimento dos esforços dos outros;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Assegurar que os colaboradores têm acesso a recursos de saúde mental, como apoio psicológico ou programas de bem-estar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Praticar o Autocuidado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O autocuidado envolve a prática regular de hábitos que promovam o bem-estar físico e mental. Uma alimentação equilibrada, um sono adequado e a prática de exercício físico são fundamentais para manter o corpo e a mente saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Reservar tempo diário para a prática de exercício físico, mesmo que seja uma caminhada curta;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Manter uma rotina de sono regular e de qualidade;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Adoptar práticas de meditação para reduzir o stress e aumentar a resiliência emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prevenção do burnout exige um compromisso activo por parte da pessoa e das organizações. Ao implementar estratégias de autocuidado, promover o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e criar ambientes de trabalho mais saudáveis e apoiantes, é possível reduzir significativamente os riscos de burnout. Num mundo onde a pressão laboral continua a aumentar, cuidar da saúde mental deve ser uma prioridade para todos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se sentir que está a lidar com sinais de burnout, é importante procurar ajuda. Na OnPsyCare, dispomos de uma equipa de profissionais qualificados, prontos para apoiar na gestão do stress e na promoção do bem-estar psicológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-3184405.jpeg" length="195737" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 21 Sep 2024 15:21:08 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Sociedade do cansaço</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/sociedade-do-cansaco</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Quero descansar, mas a culpa não me larga. Sinto sempre que deveria estar a fazer alguma coisa mais produtiva”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Não sei quando terei novamente tempo para descansar, por isso quero aproveitar ao máximo as férias para fazer tudo aquilo que não tenho conseguido fazer”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “As férias vão passar a correr e daqui a pouco volta tudo ao mesmo… o cansaço de sempre.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Costumo ser eu a lidar com certas tarefas. E se não sabem resolver as coisas direito? E se chego e tenho um monte de problemas para resolver?”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ir de férias pode ser ótimo, um momento para relaxar, sair da rotina e aproveitar com as pessoas que mais gostamos. No entanto, pode também trazer stress, ansiedade, culpa e outras emoções difíceis. Numa sociedade tão agitada - onde muitos normalizamos o cansaço e priorizamos a produtividade - pode ser muito difícil parar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesta altura do ano é comum explorar-se em consulta como um momento que é suposto ser de relaxamento e de descanso pode tornar-se uma situação difícil. Há vários motivos possíveis, alguns deles:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir culpa por descansar, por não fazer nada de “produtivo”;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Colocar muita pressão para que tudo seja perfeito depois de tanto tempo a idealizar estas férias;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir ansiedade só de imaginar que, entretanto, estará de regresso à rotina de trabalho sem fim;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Medo de como será gerido o trabalho na sua ausência, do que pode ficar pendente e aumentar a carga do que terá de resolver depois. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algo comum a todos estes motivos é que as férias são na verdade uma aparente solução rápida para o cansaço acumulado, mas uma solução temporária. As dificuldades em permitir o descanso e o equilíbrio na vida pessoal e de trabalho já estavam presentes e não vão solucionar-se com esta pequena pausa. Podem atenuar, mas com o tempo, o caos e o cansaço regressarão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao explorar isto, normalmente, podemos notar, em outras coisas, sentimentos de culpa, autocrítica intensa, perfecionismo, dificuldade em dizer que não e estabelecer limites, dificuldades em criar uma rotina de autocuidado e de lazer. Identificamos que o descanso não tem sido uma prioridade. É comum que o trabalho invada a vida pessoal da pessoa, trabalhando horas extra constantemente, não tendo intervalos, respondendo a emails a qualquer hora do dia, não tendo tempo para fazer coisas que gosta. O espaço para esta vida pessoal tende a ser dado nos fins de semana e nas férias. Assim, quando chegam estes momentos tão esperados para viver fora do trabalho, surge a ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se se identifica com o que foi descrito até agora, é provável que precise de repensar não o momento de férias, mas como tem vivido o dia a dia de trabalho. O que está a precisar de mudar para encontrar o equilíbrio de que precisa? Não espere até ao ponto de cansaço extremo para poder abrandar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fazer estas mudanças pode ser extremamente difícil. Aprender a colocar limites, a dizer que não, delegar tarefas, reconhecer aquilo que precisa e comunicá-lo. A terapia pode ajudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #Férias #Relaxamento #BemEstar #Ansiedade #Stress #Equilíbrio #Autocuidado #Produtividade #Culpa #Perfeccionismo #Limites #Trabalho #Lazer #VidaPessoal #Rotina #SaúdeMental #Terapia #Cansaço #Mudança #Autocrítica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/81c1bcbb/dms3rep/multi/pexels-photo-914929.jpeg" length="57177" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 05 Aug 2024 16:13:27 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Alguns desafios psicológicos de emigrar</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/alguns-desafios-psicologicos-de-emigrar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários são os motivos que nos podem levar a emigrar: seja porque procuramos novas experiências, porque procuramos melhores oportunidades e condições de vida do que aquelas que encontramos no nosso país ou, entre outros motivos, porque somos forçados a abandoná-lo o por conta da guerra ou de catástrofes naturais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando emigramos, podemos sentir dificuldades que não esperávamos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim que chegamos a um novo país, deparamo-nos com várias mudanças: a língua que se fala, como funcionam os transportes públicos, os percursos para o trabalho, para o supermercado, para a farmácia e para serviços de Saúde, as leis e as regras fiscais e, entre outras, a forma como as pessoas se relacionam entre si e como vêem e tratam os imigrantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao encontrarmo-nos num país diferente e ao viver todas estas mudanças, especialmente quando não temos familiares ou amigos próximos, podemos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir-nos isolados, sozinhos e tristes, passando mais tempo do que era costume a pensar nas relações e nas rotinas que deixámos para trás.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir-nos deslocados e pensar que “não encaixamos ali”, principalmente quando não dominamos a língua e não nos estamos a adaptar às rotinas e costumes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir-nos irritados, connosco mesmos ou com a situação do nosso país, porque algo nos levou a sair da zona de conforto quando não o queríamos assim tanto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir-nos angustiados e/ou frustrados, porque imaginámos uma situação melhor e, agora, vivemos dificuldades que não esperávamos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Sentir-nos ansiosos, porque não sabemos bem o que fazer e temos de tomar decisões sobre permanecer no estrangeiro ou, então, voltar para o nosso país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos estes sentimentos podem aparecer, de forma mais ou menos intensa, quando nos estamos a adaptar à vida num país estrangeiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por vezes, à medida que o tempo passa e vamos conhecendo as pessoas e os lugares, vamos desenvolvendo os recursos necessários para nos adaptarmos… e esses sentimentos acabam por desaparecer. Outras vezes, esses sentimentos perduram ou são muito intensos, impactando o nosso bem-estar e qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se, os Psicólogos podem ajudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 20 May 2024 19:11:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/alguns-desafios-psicologicos-de-emigrar</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>E se essa emoção pudesse falar? O que é ela que diria?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/e-se-essa-emocao-pudesse-falar-o-que-e-ela-que-diria</link>
      <description>As nossas emoções têm um papel crucial em ajudar-nos a processar o que nos acontece, a dar mais significado à nossa vida e a perceber o que é realmente importante para nós. Ajudam-nos a conectar connosco e com os outros e a entender aquilo que precisamos destas relações.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se essa emoção pudesse falar? O que é ela que diria?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As nossas emoções têm um papel crucial em ajudar-nos a processar o que nos acontece, a dar mais significado à nossa vida e a perceber o que é realmente importante para nós. Ajudam-nos a conectar connosco e com os outros e a entender aquilo que precisamos destas relações. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora tudo isto seja positivo, as emoções nem sempre são fáceis de sentir e de gerir. A verdade é que, muitas vezes, podem tornar-se intensas e provocar muito sofrimento. Quando é assim, tentamos lidar com elas da melhor maneira que conseguimos. E quando não sabemos bem como, por vezes, a melhor estratégia que encontramos é tentar não as sentir, não as expressar, não perceber porque estão ali e o que têm a comunicar. Esta estratégia tem as suas vantagens, afinal, lidar com aquilo que sentimos pode doer muito no momento. No entanto, não o fazer tende a doer mais a longo prazo.... Tende a expressar-se em sintomas (físicos e psicológicos) que não queríamos ter, tende a trazer vazios que não queríamos sentir, a manter-nos em situações que não nos trazem felicidade…. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As emoções, por mais dolorosas que algumas delas possam ser, têm coisas importantes a comunicar sobre o que está a ser difícil, sobre o que precisamos de mudar, de aprender, de processar. Ignorá-las ou tentar bloqueá-las dificulta a capacidade de viver em harmonia connosco e com os outros, de estar realmente bem. Sermos capazes de estar conscientes das emoções, conseguir
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           experienciá-las e expressá-las é o que nos faz sentir completos, conectados… humanos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se deixasse essa emoção falar, o que é que ela diria?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 03 May 2024 20:32:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/e-se-essa-emocao-pudesse-falar-o-que-e-ela-que-diria</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os 7 tipos de descanso</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/os-7-tipos-de-descanso</link>
      <description>Tipicamente, quando pensamos em descanso, pensamos num descanso mais físico. Um dia relaxado, dormir até mais tarde, não fazer muita coisa. Embora este seja um tipo de descanso importante, existem outros (igualmente cruciais para o bem-estar).</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os 7 tipos de descanso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipicamente, quando pensamos em descanso, pensamos num descanso mais físico. Um dia relaxado, dormir até mais tarde, não fazer muita coisa. Embora este seja um tipo de descanso importante, existem outros (igualmente cruciais para o bem-estar). No meio do caos que a rotina se pode tornar, cuidar do descanso em todos os seus níveis, é um movimento de autocuidado que pode evitar a exaustão física e mental. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso físico: dormir, alongar, fazer uma massagem. Aqui também se inclui o fazer exercício físico (o chamado “descanso ativo”)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Mental: fazer pausas ao longo do dia, respirar fundo, escrever sobre o que sente, fazer coisas que o/a fazem sentir bem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Social: respeitar o seu espaço pessoal, ter bons momentos consigo mesmo/a e com quem gosta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Sensorial: reduzir o uso do telemóvel, de televisão, estar num espaço silencioso, meditar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Emocional: reservar tempo para autocuidado, fazer coisas que gosta, estar com pessoas que ama, permitir-se perceber o que sente e falar sobre as suas emoções
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Criativo: ouvir música, pintar, dançar, estar em contacto com a natureza, artes manuais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descanso Espiritual: conectar-se consigo e com o seu propósito, meditar, praticar yoga, fazer parte de comunidades de voluntariado, de natureza, religião, …
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste momento, qual é o tipo de descanso de que mais precisa?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se quiser ler mais sobre isto:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.psychologytoday.com/intl/blog/a-different-kind-of-therapy/202212/the-7-kinds-of-rest-you-need-to-actually-feel-rejuvenated" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.psychologytoday.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://inspiring.future.pt/articles/os-7-tipos-de-descanso-que-deviamos-todos-ter"&gt;&#xD;
      
           https://inspiring.future.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 12:38:19 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como colocar limites à preocupação excessiva?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/como-colocar-limites-a-preocupacao-excessiva</link>
      <description>Embora a preocupação seja importante para o nosso funcionamento, quando esta passa a ocupar grande parte do dia, torna-se uma fonte de sofrimento. Neste caso, é importante aprender a colocar alguns limites à intrusividade desta preocupação.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como colocar limites à preocupação excessiva?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estratégia do tempo de preocupação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a preocupação seja importante para o nosso funcionamento, quando esta passa a ocupar grande parte do dia, torna-se uma fonte de sofrimento. Neste caso, é importante aprender a colocar alguns limites à intrusividade desta preocupação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há algumas questões que pode colocar a si mesmo/a: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Esta preocupação é sobre um evento real ou é sobre algo hipotético, que não sei se realmente irá acontecer? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Estou mesmo a resolver os problemas enquanto me preocupo ou acabo por estar só a repensar o assunto, percorrendo-o mentalmente vezes sem conta?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Estarei a confundir um pensamento (preocupação) com uma ação (resolução de problema)?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A preocupação vai mesmo ajudar ou estou a tentar ganhar controlo (que não tenho)? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se identificar que esta preocupação não está a ser produtiva e não permite ajudar na resolução do problema, tente colocar-lhe limites. Um exercício que pode experimentar é o “tempo de preocupação”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este exercício pretende colocar limite de tempo à sua preocupação, definindo uma altura do dia para se preocupar cerca de 15-20 minutos. Este tempo deve ocorrer sempre no mesmo período do dia e no mesmo local. Não deve ser no horário da noite (para que não afete o sono). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo é que quando as preocupações surjam ao longo do dia se permita adiá-las até ao tempo dedicado às mesmas (“ainda não é altura de me preocupar. Logo irei dedicar-me a estes pensamentos”). Assim, não sentirá que está a negligenciar o que o/a preocupa, mas ajudará a não estar em círculos de pensamentos repetitivos. Durante esses 15-20 minutos, dedique-se a pensar sobre tudo o que o/a preocupa, utilize todo o tempo disponível, mesmo que naquele momento já não se sinta tão preocupado/a. Reflita sobre as soluções que tem e que ações pode realizar. Defina prioridades. Escreva se ajudar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta estratégia pode ser útil para ajudar a aliviar a ansiedade que sente. No entanto, não substitui a sua exploração cuidada e intervenção aprofundada que é feita em contexto de terapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 27 Jan 2024 08:53:40 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#GestãoDePreocupações #TempoDePreocupação #AnsiedadeSaudável #EquilíbrioMental #AutoCuidadoMental #SoluçõesPositivas #CuidadoEmocional #PensamentosProdutivos #ReflexãoDiária #MindfulnessEmocional #TerapiaMental #SonoTranquilo #VidaEquilibrada #CuidadoComASaúdeMental #PensamentosConstrutivos #AutoExploração #IntervençãoTerapêutica</g-custom:tags>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O luto de uma pessoa amada envolve muitas perdas</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/o-luto-de-uma-pessoa-amada-envolve-muitas-perdas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O luto de uma pessoa amada envolve muitas perdas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Não sofro “apenas” pela morte. Sofro por tudo o que ficou por viver. Pelas partes de mim que ficaram perdidas. Pelo lugar vazio na mesa. Pelo silêncio que ficou. Por todas as primeiras vezes que tenho de viver algo sem ti na minha vida: a primeira noite, o primeiro almoço, o primeiro passeio, o primeiro feriado, o primeiro aniversário,… as primeiras vezes e todas as outras que ainda virão. Sobro pelos planos que não concretizamos, as conquistas que não festejarei contigo. As piadas de que não iremos rir juntos. As conversas que não teremos. As viagens que não fizemos. Sofro porque os outros não compreendem a minha dor. Porque querem que “avance” e eu só quero nunca me esquecer de ti, do teu sorriso, da tua voz. O mundo continua como se nada tivesse acontecido, mas eu nunca mais voltarei a ser o/a mesmo/a."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Perder uma pessoa que amamos é como perder um pedaço de nós, de tudo o que vivemos e tudo aquilo ficou por viver. Não há forma certa ou errada de experienciar este luto. É um processo único e pessoal. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Se sente que não está a conseguir lidar com a sua dor, se sente revolta, culpa, dificuldade em aceitar a realidade da perda, não tem de passar por isso sozinho/a. Estamos aqui para o/a ajudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 22 Oct 2023 19:06:37 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>“Não consigo parar de me preocupar”</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/nao-consigo-parar-de-me-preocupar</link>
      <description>A preocupação faz parte de nós. Precisamos dela para nos organizarmos e prepararmos para gerir os desafios que surgem. No entanto, muitas vezes, a preocupação ganha demasiado espaço na nossa mente e parece tornar-se incontrolável.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Não consigo parar de me preocupar”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preocupação faz parte de nós. Precisamos dela para nos organizarmos e prepararmos para gerir os desafios que surgem. No entanto, muitas vezes, a preocupação ganha demasiado espaço na nossa mente e parece tornar-se incontrolável. A mente começa a vaguear por cenários futuros catastróficos. Antecipamos problemas que não existem e procuramos soluções hipotéticas para eles. Vivemos no futuro, na esperança de evitar o sofrimento que tanto tememos e, enquanto isto, na verdade já estamos a sofrer. Sentimo-nos cansados de tanta preocupação, mas parece ainda mais difícil pará-la. Por que é que fazemos isto?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Acreditamos que a preocupação nos protege, que pensar em todos os cenários possíveis nos vai dar maior preparação para gerir os problemas e vai ajudar-nos a evitar os piores cenários. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Achamos também que a melhor forma de resolver algo é pensar sobre isso. Ficar a pensar sobre o assunto faz-nos sentir que já estamos a fazer algo para o melhorar, mesmo que, na verdade, este pensamento já não seja produtivo e não se transmita em nenhuma melhoria da situação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - A preocupação pode também ajudar a reduzir a incerteza que sentimos, substituindo-a por cenários imaginados que nos fazem sentir maior controlo sobre o que poderá acontecer. O problema é que na verdade, pensar mais sobre o assunto, poucas vezes resulta em ter certezas sobre o que de facto se irá passar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Estes são alguns dos motivos possíveis para nos sentirmos presos à preocupação. Se sentir que a preocupação domina grande parte do seu pensamento, é importante compreender que função esta poderá cumprir, de que modo poderá estar a tentar proteger-se de algum receio seu. Da mesma forma, é importante compreender como esta pode na verdade estar a provocar mais sofrimento e encontrar outras formas de gerir melhor aquilo que sente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Se sentir que a preocupação se está a tornar incontrolável, a terapia poderá ajudar.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2023 10:58:36 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Comunicação não violenta em terapia de casal</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/comunicacao-nao-violenta-em-terapia-de-casal</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comunicação não violenta em terapia de casal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se fala em terapia de casal, a comunicação não violenta desempenha um papel crucial na construção de relacionamentos saudáveis e duradouros. É através da comunicação aberta e honesta que os casais podem resolver conflitos, expressar as suas necessidades e construir uma base sólida para um futuro feliz.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na terapia de casal, os terapeutas ajudam os casais a desenvolver competências de comunicação assertiva e consciente e aprimorar a sua capacidade de ouvir e compreender um ao outro. Aprender a comunicar com uma postura não violenta e respeitosa é essencial para superar desafios e evitar mal-entendidos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, a terapia de casal também pode fornecer um espaço seguro para que cada parceiro possa expressar os seus sentimentos e emoções sem medo de julgamento. Através do diálogo aberto, os casais podem descobrir mais sobre si mesmos e sobre o que realmente é importante para cada um, fortalecendo o vínculo e a intimidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por isso, se está a enfrentar dificuldades de comunicação na sua relação, não hesite em procurar ajuda.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 17:14:11 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cuidar da Saúde Mental nas Férias: O Poder do Descanso e do Autocuidado</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/cuidar-da-saude-mental-nas-ferias-o-poder-do-descanso-e-do-autocuidado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As férias são um momento esperado por muitos, pois proporcionam a oportunidade de desconectar da rotina diária, recarregar energias e dedicar-se ao lazer e ao descanso. No entanto, apesar de ser um período de repouso, as férias também podem trazer desafios à saúde mental. O excesso de expectativas, a pressão para aproveitar ao máximo e até mesmo a interrupção das rotinas habituais podem gerar stress emocional. Neste artigo, discutiremos a importância de cuidar da saúde mental durante as férias e forneceremos algumas dicas valiosas para garantir um período tranquilo e revitalizante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Compreender a importância dos cuidados de saúde mental durante as férias:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora as férias sejam vistas como um período de alegria e relaxamento, elas também podem ser um momento de vulnerabilidade para algumas pessoas. Mudanças na rotina, expectativas elevadas, isolamento social ou até mesmo conflitos com familiares ou amigos podem desencadear problemas emocionais. A saúde mental deve ser uma prioridade, e é essencial compreender que reservar um tempo para cuidar de si mesmo durante as férias é fundamental para o bem-estar geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Aceitar as expectativas e limitações pessoais:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum que as pessoas criem expectativas irreais para as férias, esperando que seja um período perfeito e livre de problemas. No entanto, a vida nem sempre segue um roteiro ideal. Aprender a aceitar as expectativas e limitações pessoais é um passo fundamental para evitar decepções e reduzir o stress. Permita-se vivenciar as férias com a mente aberta, aceitando que nem tudo correrá conforme o planeado e está tudo bem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Praticar o autocuidado durante as férias:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O autocuidado é um dos pilares essenciais da saúde mental, e as férias podem ser um momento ideal para se dedicar a ele. Priorize atividades que tragam bem-estar, como praticar exercícios físicos, meditar, ler um livro, ouvir música relaxante ou simplesmente passar tempo em contato com a natureza. O autocuidado é individual e único para cada pessoa, portanto, encontre atividades que sejam significativas para si.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Gerir o stress e a ansiedade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para muitos, o stress e a ansiedade podem ser companheiros constantes, mesmo durante as férias. Encontre maneiras de gerir esses sentimentos, como praticar técnicas de respiração, exercícios de relaxamento ou até mesmo conversar com alguém de confiança sobre as suas preocupações. É importante lembrar que pedir ajuda e apoio emocional não é um sinal de fraqueza, mas sim de coragem e autoconhecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Estabelecer limites saudáveis:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas férias, é comum participar de inúmeras atividades sociais e envolver-se em compromissos que podem ser desgastantes. Estabeleça limites saudáveis para evitar sobrecarregar-se. Saiba dizer "não" quando necessário, reservando tempo para momentos de descanso e privacidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. Desligar das redes sociais e dispositivos eletrónicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As redes sociais e dispositivos eletrónicos podem ser grandes fontes de stress durante as férias. Dê-se permissão para desligar-se e limitar o uso dessas tecnologias. Isso permitirá que esteja mais presente no momento presente e aproveite verdadeiramente as experiências do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As férias oferecem uma oportunidade valiosa para cuidar da saúde mental e emocional, mas isso requer um esforço consciente. Priorizar o autocuidado, aceitar as limitações e gerir o stress são práticas fundamentais para garantir um período tranquilo e revitalizante. Lembre-se de que cada pessoa tem necessidades individuais, portanto, reserve um tempo para refletir sobre as suas próprias necessidades e encontrar as melhores formas de cuidar de si mesmo durante as férias. Ao fazer isso, estará construindo uma base sólida para uma vida mais equilibrada e saudável, não apenas durante as férias, mas ao longo de todo o ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 02 Aug 2023 09:15:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1170594.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quais são os tipos mais eficazes de psicoterapia?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/quais-sao-os-tipos-mais-eficazes-de-psicoterapia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia tem sido extensivamente investigada e comprovada como um método eficaz para resolver questões psicológicas. Por isso, os termos "psicoterapia", "terapia" e "aconselhamento psicológico" são frequentemente usados para designar o mesmo processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como escolher qual terapia seguir? A escolha do tipo de psicoterapia a seguir depende de vários fatores, incluindo as preocupações específicas de saúde mental do indivíduo, as suas preferências pessoais e os objetivos de tratamento. Para determinar a abordagem de tratamento mais apropriada, é importante falar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O profissional de saúde mental pode ajudar a avaliar as necessidades individuais e recomendar uma terapia específica ou combinação de terapias que possam ser mais úteis. Podem também considerar as preferências do indivíduo e a sua disponibilidade para a mudança, assim como outros fatores relevantes para o processo de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os modelos de psicoterapia mais populares, destacam-se:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Terapia Cognitivo-Comportamental
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (TCC): Esta abordagem tem ganhado popularidade entre psicólogos e o público em geral. A TCC tem como objetivo ajudar as pessoas a tornarem-se conscientes e, eventualmente, alterar padrões disfuncionais de pensamento e comportamento. Ao abordar estes padrões, a pessoa desenvolve formas mais saudáveis de pensar e agir, com o terapeuta a colaborar ativamente e a partilhar ideias e estratégias. A TCC é especialmente eficaz no tratamento de problemas como adições, depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade persistente, controlo da raiva e distúrbios alimentares.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia Psicanalítica e Psicodinâmica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Baseadas nas teorias de Sigmund Freud, estas terapias visam identificar pensamentos e motivações inconscientes que afetam o comportamento, emoções e perceções atuais do indivíduo. A psicanálise é uma terapia mais longa, enquanto a terapia psicodinâmica, mais curta, concentra-se nas emoções inconscientes relacionadas com conexões pessoais do passado que afetam a vida atual.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia Integrativa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Esta abordagem combina elementos de diferentes abordagens de psicoterapia para fornecer um plano de tratamento mais abrangente e personalizado. Reconhecendo que cada indivíduo é único, a terapia integrativa visa ajudar os clientes a entenderem-se melhor, os seus problemas e aprender novas habilidades de enfrentamento e interação com os outros. Esta abordagem pode tratar efetivamente uma ampla variedade de problemas de saúde mental, incluindo depressão, ansiedade, trauma e questões de relacionamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia Humanista
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Esta terapia centra-se na experiência subjetiva do indivíduo e no crescimento pessoal, enfatizando a capacidade inata das pessoas para a autodeterminação e autoatualização. Terapeutas humanistas trabalham para criar um ambiente não julgador e acolhedor, onde os clientes se sintam livres para expressar os seus pensamentos, sentimentos e experiências. O objetivo é ajudar os clientes a ganharem insights sobre as suas crenças, valores e motivações, identificando padrões de pensamento e comportamento que possam estar a impedir que alcancem o seu potencial máximo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia Comportamental Dialética
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (DBT): Desenvolvida para tratar indivíduos com transtorno de personalidade borderline (TPB), a DBT concentra-se em ajudar as pessoas a desenvolverem habilidades para regularem as suas emoções e comportamentos. A terapia enfoca o desenvolvimento de habilidades emocionais, relaxamento/mindfulness, tolerância ao desconforto emocional e efetividade interpessoal, ensinadas através de sessões individuais, treinamentos em grupo e apoio telefónico. A DBT mostrou ser eficaz no tratamento do TPB, bem como de outras questões de saúde mental, como abuso de substâncias, transtornos alimentares e depressão.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia é uma opção de tratamento viável para diversos transtornos psicológicos. Não é necessário esperar até que a vida se torne insuportável para pedir ajuda. Quanto mais cedo procurar ajuda, mais cedo poderá receber as soluções necessárias para viver uma vida mais saudável e feliz. Consulte um psicólogo para encontrar a melhor abordagem para o seu caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: healthnews.com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4098228.jpeg" length="669494" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 01 Aug 2023 08:44:35 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Para quê tanta autocrítica?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/para-que-tanta-autocritica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não sou suficiente!”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os outros são muito melhores do que eu!”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            “Que idiota! Como fui cometer aquele erro?”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas porque é que somos tão duros connosco?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por um lado, a capacidade de analisarmos o que fizemos, ou aquilo que somos, desempenha funções importantes, como aprender com os erros e motivar-nos a melhorar. No entanto, a forma como fazemos esta análise pode, muitas vezes, ser pouco acolhedora, num discurso crítico sobre aquilo que deveríamos ter feito melhor. Tentamos dizer a nós mesmos porque falhamos, achamos que isso pode ajudar a não falhar novamente, mas acabamos a sentir-nos sem esperança, desmotivados, insuficientes…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Será então a autocrítica motivadora? Será a forma ideal para nos permitirmos melhorar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando nos autocriticarmos focamo-nos em condenar os erros. Isto não encoraja para o futuro e traz sentimentos de culpa e frustração. Destrói a confiança e diminui a probabilidade de nos envolvermos em novas oportunidades/desafios. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Sou uma porcaria! Nunca vou conseguir! Mais vale desistir!”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dificilmente criticaríamos assim alguém de quem gostamos… mas porque é que quando falamos connosco é mais difícil cultivar uma atitude de compaixão e de compreensão pelas dificuldades que estamos a enfrentar? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Desta vez não correu da melhor maneira, mas acredito que consigo fazer melhor. O que preciso para melhorar? O que aprendi com esta experiência?”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao analisarmos os nossos erros e dificuldades motivados pela autocompaixão geramos sentimentos de encorajamento e acolhimento. Isto inspira-nos a perceber os nossos erros como parte da essência humana, a ter uma atitude empática e de suporte para connosco mesmos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando as coisas não correm como planeado, qual é a abordagem que costuma ter consigo? Autocritica (motivada pela culpa/frustração) ou autocorreção (motivada pela compaixão)? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual costuma ser o resultado da sua abordagem? Há alguma coisa que gostaria de mudar na forma como lida com os seus erros?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A autocompaixão oferece-nos uma alternativa saudável à autocrítica e à autodepreciação, permitindo-nos nutrir um relacionamento positivo e amoroso connosco mesmos." - Kristin Neff
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2198524.jpeg" length="705958" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 17:00:25 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Não me apetece ir à terapia..."</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/nao-me-apetece-ir-a-terapia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há momentos difíceis ao longo de um processo terapêutico…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, mudanças que queríamos alcançar rapidamente, demoram mais do que o esperado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Emoções que pensávamos já saber gerir melhor, tornam-se mais intensas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relações que pareciam saudáveis, revelam-se difíceis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Memórias que estavam quase apagadas, ganham vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mudanças que queríamos fazer, trazem demasiado medo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há impasses, bloqueios… Momentos em que sabemos que para lidar com a dor é preciso senti-la… e não é fácil quando assim o é.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é fácil quando sabe que a sessão poderá trazer choro, tristeza, zanga ou outras emoções que não quer sentir. Que há assuntos sobre os quais quer falar (e sabe que precisa), mas envolvem muita dor. Nestes momentos, pode começar a questionar “será que vale a pena?”, “até tenho estado mais calmo/a… e se na sessão surge algo difícil e fico pior?”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É provável que em algum momento da terapia isto possa acontecer e é importante conversar sobre o que sente na sessão. Deve existir sempre espaço para aquilo que precisa, para respeitar o seu ritmo, a forma como se sente disponível (ou não) para lidar com as dificuldades do momento. Não ir à terapia e ignorar os receios que sente provavelmente não irá ajudar a longo prazo. No entanto, trazer isto como um tema a explorar na sessão pode ajudar a compreender os seus medos, os seus “bloqueios” e a refletir em conjunto como podem ultrapassar os mesmos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, se não lhe apetecer ir à terapia, procure questionar-se: O que está a ser difícil para mim? Há sentimentos, problemas, com os quais não me quero deparar? Como posso comunicar o que estou a sentir nesta sessão?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 15 Jun 2023 16:58:53 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Onde fica o descanso num mundo de tanta agitação?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/onde-fica-o-descanso-num-mundo-de-tanta-agitacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Num mundo agitado que sobrevaloriza o trabalho e a produtividade, é fácil chegar ao final do dia e sentir desânimo, desmotivação e autocrítica… É fácil passar o dia a pensar “ainda não fizeste nada do que deverias ter feito”, enquanto as horas vão passando e passando e o cansaço aumenta…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há dias assim, em que por mais que tentemos adiantar trabalho, estudar e/ou fazer as tarefas que tínhamos planeado, chegamos ao fim “sem nada”. E, por vezes, como se já não bastasse esta frustração acumulada, sentimo-nos culpados. Vem a comparação com outros que achamos mais eficientes e capazes do que nós…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adiamos e adiamos o nosso descanso, uma vez que este “não é merecido”. Ficamos a tentar alcançar alguma coisa e pensamos: “Só paro quando conseguir fazer x”, mas às vezes o x parece inalcançável… Quando for assim, procure parar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É verdade que, às vezes, temos tarefas com prazo, coisas que têm de ser feitas hoje. No entanto, na grande maioria das situações não é bem assim… No geral, cedemos a uma enorme pressão para sentir que o dia foi produtivo, “custe o que custar”. E ser produtivo pode ser ótimo, claro, mas não a qualquer custo… Tem direito a dias assim! Toda a gente os tem e continuará a ter. Não somos apenas a nossa produtividade e merecemos descanso sempre! Permita-se descansar e recuperar energia. Permita-se perceber o que precisa para se sentir melhor neste dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há dias em que, claramente, o que precisamos é parar, ouvir o nosso corpo e a nossa mente: “Se calhar, por hoje já chega. Amanhã é um novo dia.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 18 May 2023 16:56:43 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reconhecer e abordar a depressão: superar o estigma e procurar ajuda profissional</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/reconhecer-e-abordar-a-depressao-superar-o-estigma-e-procurar-ajuda-profissional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora todas as sensações negativas e/ou desagradáveis tenham uma função adaptativa, quando começam a afetar negativamente as nossas vidas, é importante tomar as precauções necessárias. Infelizmente, a depressão muitas vezes passa despercebida ou os seus efeitos são minimizados por si e/ou pelos outros. Além disso, o estigma associado à saúde mental é uma das principais razões pelas quais as pessoas adiam a procura de ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É crucial não desvalorizar os sintomas depressivos e lembrar que a depressão é um problema de saúde mental que requer intervenção profissional, assim como qualquer outra doença. Se reconhece em si sintomas depressivos, procure ajuda profissional. Não há vergonha em procurar ajuda e é um passo importante na direção da recuperação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Compreender que a depressão é um problema real é o primeiro passo para superar o estigma associado a ela. Ao buscar ajuda profissional, pode começar a construir um caminho para a recuperação e encontrar um horizonte de esperança para um futuro mais brilhante.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4683339.jpeg" length="1861489" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 30 Apr 2023 16:01:50 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>8 dicas para lidar com a ansiedade no dia a dia</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/8-dicas-para-lidar-com-a-ansiedade-no-dia-a-dia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Respirar profundamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Faça quatro ou cinco respirações abdominais longas e profundas - respirar profundamente estimula os nervos do coração e dos pulmões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desacelerar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fique quieto enquanto respira e sente os pés no chão. Note os sons envolventes; observe as cores à sua volta; preste atenção às texturas do mundo que o rodeia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ficar no aqui e no agora
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Experimente atividades que o ajude a estar mais presente “aqui e agora”: cozinhar, tocar um instrumento musical, alongar ou fazer ioga, fazer alguma coisa artística, ler um bom livro, assistir algo engraçado ou triste na televisão, tomar um banho quente, beber um chá, passear ou meditar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procurar um lugar tranquilo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           imagine um lugar calmo, como a praia: sinta o sol quente na pele, ouça o som das ondas, sinta a areia fresca nos pés e visualize a água. Encontre o seu lugar tranquilo e tente visualizar imagem o mais vívida possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Focar-se no corpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sintonize-se com as sensações físicas da sua ansiedade, como o coração acelerado ou as borboletas no estômago. Com curiosidade e compaixão permita-se ficar com essas sensações, respirando profundamente até sentir que estão a diminuir porque, de alguma forma, irão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nomear as emoções
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Encontre todas as emoções que estão a desencadear ansiedade. Pergunte-se se se sente triste, com medo, com raiva, desgostoso, alegre, e/ou entusiasmado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exercitar o corpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O esforço físico diminui a ansiedade de forma confiável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conectar-se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre em contato com um amigo. Diga-lhe que está chateado ou aborrecido com alguma coisa e que quer conversar. Se não tiver um amigo por perto, talvez possa procurar um Psicólogo. Falar ajuda!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2466669.jpeg" length="336895" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 16:00:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/8-dicas-para-lidar-com-a-ansiedade-no-dia-a-dia</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Trauma não é o que aconteceu, é o que carrega ainda dentro de si</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/trauma-nao-e-o-que-aconteceu-e-o-que-carrega-ainda-dentro-de-si</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes associamos o #trauma a eventos específicos e concretos, mas a verdade é que o trauma pode ser muito mais complexo do que isso. O trauma não é apenas o que aconteceu consigo, mas sim o que ainda carrega dentro de si.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É normal sentir-se sobrecarregado/a e com dificuldade em lidar com os efeitos do trauma. Mas lembre-se de que não está sozinho/a nesta luta. Há muitos recursos e profissionais que podem ajudá-lo a superar o trauma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chave é reconhecer que o trauma ainda está presente dentro de si e procurar ajuda para lidar com ele. Não se sinta envergonhado/a ou culpado/a por precisar de ajuda. Todos nós temos traumas na nossa vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se está a ter dificuldade em lidar com os efeitos do trauma, é importante que procure a ajuda de um/a psicólogo/a. Um profissional qualificado pode ajudar a identificar e lidar com os sintomas do trauma, como #flashbacks, #ansiedade, #depressão, #stress e muito mais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante que cuide da sua saúde mental. Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental é uma parte importante do seu bem-estar geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4100664.jpeg" length="773276" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 Apr 2023 15:56:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/trauma-nao-e-o-que-aconteceu-e-o-que-carrega-ainda-dentro-de-si</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>3 desafios para desenvolver de forma saudável o sentimento de pertença</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/8-desafios-para-desenvolver-de-forma-saudavel-o-sentimento-de-pertenca</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aproveitando a Quaresma, que no seu conceito cristão significa a chegada de uma nova vida, podemos vê-la como um processo de conversão, transformação e recomeço aplicando-o à nossa própria vida: o que podemos fazer para nos aproximarmos da vida que queremos viver?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem é importante na sua vida hoje e como é que essas relações foram mudando ao longo do tempo? Onde quer focar a sua energia relacional? À medida que as vidas mudam, as respostas também mudam, mas o que permanece é o que procuramos em todas as relações: pertença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pertencer é uma necessidade básica, é aquela sensação de segurança, conforto e felicidade que sentimos quando fazemos parte de um grupo, lugar, tradição, relacionamento ou amizade. A nossa identidade está interligada às nossas experiências de pertença. Já reparou como diferentes partes de si são ativadas com diferentes pessoas e lugares? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um desafio para desenvolver de forma saudável o sentimento de pertença:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Liberte-se de eventuais máscaras. Agir com naturalidade fará com que se encaixe naturalmente em determinados grupos, diminuindo o risco de desgaste e afastando a possibilidade de rejeição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Deixe fluir. Por vezes ancoramo-nos em pensamentos ou emoções que são pouco úteis. Há até momentos em que prestamos muita atenção ao que aconteceu ou pensamos repetidamente no que pode está por vir, o que nos impede de experienciar com espontaneidade, deixando de aproveitar o momento presente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Separe o importante do acessório. Através da clareza de pensamento, que nos leva a agir de forma consciente e a sentirmo-nos alinhados connosco próprios, podemos viver com maior liberdade, harmonia e coragem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:59:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.onpsycare.com/8-desafios-para-desenvolver-de-forma-saudavel-o-sentimento-de-pertenca</guid>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>8 Dicas para prevenir e lidar com o Burnout</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/8-dicas-para-prevenir-e-lidar-com-o-burnout</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O burnout, ou síndrome de burnout, é um fenómeno cada vez mais comum no mundo moderno.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caracterizado por exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal, o burnout pode afetar qualquer pessoa que esteja exposta a um alto nível de stress e pressão no trabalho ou na vida pessoal. Felizmente, existem muitas medidas que se podem tomar para prevenir e lidar com o burnout, incluindo a consulta de psicologia online. Neste artigo, apresentamos 8 dicas para ajudá-lo a evitar o burnout e manter-se saudável e produtivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tire tempo para si
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das principais causas do burnout é a sobrecarga de trabalho e a falta de tempo para cuidar de si mesmo. É importante estabelecer um horário de trabalho razoável e reservar tempo para atividades que o relaxem e o revitalizem, como fazer exercício físico, praticar ioga ou ler um livro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estabeleça limites claros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seja no trabalho ou em casa, é importante estabelecer limites claros e comunicá-los aos outros. Por exemplo, se trabalha a partir de casa, estabeleça horários em que não pode ser interrompido. Se está a lidar com um chefe exigente ou um cliente difícil, estabeleça limites em relação ao que pode e não pode fazer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identifique fontes de stress
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O stress é uma das principais causas do burnout, por isso é importante identificar as fontes de stress na sua vida e encontrar maneiras de lidar com elas. Pode ser uma tarefa difícil, mas a consulta de psicologia online pode ajudá-lo a identificar padrões de pensamento negativos e a desenvolver estratégias para lidar com o stress.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aprenda a dizer "não"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, a pressão para agradar os outros ou para fazer mais do que é razoável pode levar ao burnout. Aprenda a dizer "não" quando necessário e a estabelecer limites saudáveis. Não tenha medo de recusar um projeto ou uma tarefa que sabe que não pode realizar com qualidade ou dentro do prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pratique a autocompaixão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A autocompaixão é a prática de ser gentil consigo mesmo e tratar-se com a mesma compaixão e bondade que trataria um amigo querido. A autocrítica e a autodúvida são comuns em situações de stress, mas a consulta de psicologia online pode ajudá-lo a desenvolver a autocompaixão e a evitar o burnout.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estabeleça objetivos realistas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estabelecer objetivos elevados é importante, mas também é importante que sejam realistas e alcançáveis. Defina objetivos que sejam desafiadores, mas não impossíveis de alcançar, e certifique-se de que tem os recursos e a capacidade para os atingir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Faça pausas regulares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para prevenir o burnout, é essencial fazer pausas regulares no seu trabalho. É fácil ficar preso num ciclo de trabalho constante e esquecer-se de fazer uma pausa, mas isso pode levar a exaustão e esgotamento. Defina um cronómetro ou um lembrete para lembrar-se de fazer uma pausa a cada hora. Use esse tempo para fazer algo que o ajude a relaxar, como fazer uma caminhada curta, meditar ou simplesmente ficar num lugar calmo e sem distrações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pratique atividades que reduzem o stress
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atividades como ioga, meditação e exercício físico podem ajudar a reduzir o stress e a ansiedade, o que pode ajudar a prevenir o burnout. Reserve algum tempo todas as semanas para fazer uma atividade que o ajude a relaxar e a sentir-se rejuvenescido. Além disso, atividades físicas regulares podem ajudar a manter a sua saúde física e mental, o que é fundamental para prevenir o burnout.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considere a consulta de psicologia online
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se está a sentir sinais de burnout, pode ser útil falar com um profissional de saúde mental. As consultas de psicologia online podem oferecer-lhe uma forma conveniente e acessível de obter a ajuda de que precisa. Com a ajuda de um psicólogo, pode trabalhar para identificar as causas do seu stress e ansiedade, aprender técnicas de gestão do stress e criar um plano para prevenir o burnout. As consultas online também podem ser úteis para pessoas com horários apertados ou que têm dificuldade em deslocar-se a um consultório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prevenir e lidar com o burnout é essencial para manter a sua saúde física e mental. Com estas 10 dicas, pode trabalhar para evitar a exaustão e esgotamento, proteger a sua saúde e bem-estar, e manter-se no caminho para o sucesso profissional e pessoal. Lembre-se, é importante cuidar de si e estar atento aos sinais do seu corpo e mente. Se sentir que está a lutar contra o burnout, não hesite em procurar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo através de uma consulta de psicologia online. A prevenção e a gestão do burnout são essenciais para manter uma vida equilibrada e saudável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 01 Mar 2023 10:16:21 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O processo de mudança em terapia não é linear</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/o-processo-de-mudanca-em-terapia-nao-e-linear</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando pensamos num acompanhamento psicológico, uma das palavras-chave que surge é a mudança. Procuramos ajuda na terapia para mudar a forma como nos sentimos, como nos relacionamos, aquilo que fazemos e como pensamos… Mas afinal, o que é mudar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, a expectativa ao iniciar um processo terapêutico é de uma melhoria rápida e linear. Há uma procura de um conjunto de estratégias que possam ajudar a eliminar as emoções difíceis que tem sentido, os pensamentos negativos que invadem a sua mente. E, embora a psicoterapia procure ajudar a construir ferramentas para gerir o que tem vivido, não se resume a isto, e muito menos, envolve um progresso linear.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mudar é desafiante! É esperado que existam momentos de altos e baixos ao longo deste processo. Existirão momentos de dúvidas e incertezas, passos para a frente seguidos de recuos. Momentos de autoconhecimento, mas também espaço para se sentir perdido/a. Tudo isto fará parte da descoberta de si e irá ajudar a compreender melhor como gerir momentos difíceis no presente e no futuro e a direcionar sua vida de acordo com aquilo que é importante para si. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há uma fórmula mágica, há uma pessoa e aquilo que esta precisa de encontrar durante o processo de mudança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #mudança #psicoterapia #consultaspsicologiaonline #terapia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 30 Jan 2023 17:46:54 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As emoções sentem-se no corpo</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/as-emocoes-sentem-se-no-corpo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porque é importante saber o que estamos a sentir? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As emoções sentem-se no corpo. Geralmente, quando estamos com medo, o nosso coração acelera. Quando estamos tristes, os olhos molham-se e perdemos a vontade de fazer pequenas coisas. Quando estamos irritados, os dentes serram e a fome desaparece. Quando estamos envergonhados, ficamos com o rosto rosado e, geralmente, apetece escondermo-nos para evitar a situação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As emoções – tristeza, alegria, raiva, medo, nojo, surpresa, vergonha, culpa, entre outras – manifestam-se no corpo e, muitas vezes, sem nos apercebemos, guiam os nossos pensamentos e ações. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, quando nos sentimos deprimidos ou ansiosos, a tristeza ou o medo são emoções predominantes. Quando estamos tristes, podemos também sentir-nos culpados, sozinhos e vazios. Quando estamos ansiosos, podemos sentir-nos vulneráveis, preocupados e inseguros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos também estar ansiosos por estarmos sempre tristes e isso impedir que a nossa vida ande para a frente. Podemos ainda estar deprimidos porque estamos ansiosos há tanto tempo que nem acreditamos que exista uma solução possível. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos momentos mais difíceis, podemos sentir que somos engolidos pelas emoções ou, outras vezes, que não sentimos nada e estamos completamente apáticos, desligados do mundo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sentir tudo isto é possível e, sobretudo, natural quando estamos a passar por momentos mais difíceis na nossa vida e não sabemos bem como lhes dar a volta. Identificar o que estamos a sentir pode ser o primeiro passo para se tolerar, regular e atribuir significado às nossas emoções. É através deste processo que podemos aprender a regular aquilo que sentimos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é suposto que uma pessoa que vive um momento mais depressivo não se sinta triste… mas que possa tolerar essa tristeza e dar-lhe novos significados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é suposto que uma pessoa que sofre com ansiedade não sinta medo… mas que possa regulá-lo quando se sente prestes a ser engolida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As emoções podem funcionar como uma bússola sobre aquilo que precisamos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se sentimos tristeza, talvez precisemos de nos sentir confortados e compreendidos. Ou talvez precisemos de expressar abertamente a nossa dor por algo que perdemos e que era importante na nossa vida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se sentimos medo, talvez precisemos de nos sentir seguros e protegidos. Ou talvez precisemos de, corajosamente, ir enfrentando o medo para nos aproximarmos de algo que é importante para nós – pessoas, objetivos pessoais e profissionais ou, simplesmente, uma maior sensação de liberdade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada pessoa vive as emoções de maneira diferente assim como pode precisar de diferentes formas de se regular. Em conjunto, com o seu psicólogo ou psicóloga, pode tomar consciência das emoções que, de alguma forma, estão a dificultar o seu dia-a-dia. As consultas de Psicologia e a sua terapia podem ser um lugar onde existe a possibilidade de expressar as suas emoções e, a seu tempo, compreender porque sente o que sente e assim, conhecendo-se melhor, viver as emoções de uma outra forma – mais flexível. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 26 Jan 2023 17:52:15 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como posso saber se estou a ser acompanhado/a pelo/a psicólogo/a certo/a para mim?</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/como-posso-saber-se-estou-a-ser-acompanhado-a-pelo-a-psicologo-a-certo-a-para-mim</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinto que o/a psicólogo/a me ouve com atenção e está envolvido/a naquilo que estamos a explorar? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinto-me compreendido/a e não julgado/a? Sinto-me seguro/a no ambiente terapêutico?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinto que abordamos aquilo que é importante para mim e consigo explorar as dificuldades que me trouxeram às consultas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinto que a abordagem terapêutica do/a psicólogo/a é adequada para mim e tem ajudado?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinto espaço para partilhar as minhas emoções, mesmo quando se referem a algo sobre as consultas? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem sempre é fácil encontrar um(a) psicólogo/a com o/a qual identificamos. Isto pode depender de vários fatores como a abordagem terapêutica, mas também da forma como o/a cliente se sente na relação com este/a profissional (a relação terapêutica). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se está em acompanhamento psicológico, é essencial que se sinta escutado/a e que exista um envolvimento de parte a parte na exploração do que tem sido difícil para si. É importante sentir-se seguro/a para tal exploração, num contexto de aceitação e livre de julgamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É natural que possa precisar de algumas consultas até poder tirar estas conclusões. Como em qualquer relação, a relação terapêutica precisa de tempo para fomentar confiança e segurança. No entanto, não é esperado, em nenhum momento, que se sinta desvalorizado/a, incompreendido/a e/ou julgado/a nas consultas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resultados da terapia não são automáticos e é necessário tempo para se permitir experimentar e acomodar novas mudanças em si, nas suas relações e na sua vida. Porém, é importante que sinta que as consultas têm permitido a exploração de novas compreensões e/ou estratégias para chegar aos seus objetivos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por vezes, pode também sentir que, embora o/a psicólogo/a esteja a intervir de um modo empático e envolvido, algo não está a corresponder às expectativas. Pode sentir que estão desencontrados ou que se sente num impasse que não tem permitido progredir como desejaria. Neste caso, comunicar honestamente aquilo que está a sentir é muito importante, mesmo que isto envolva explicar que não sente melhorias ou que não se tem sentido confortável com determinada abordagem do/a psicólogo/a. Fazer isto não é fácil, mas o/a psicólogo/a deverá estar preparado/a para o/a ajudar a explorar e compreender estas dificuldades. Continuar a terapia sem comunicar as suas expectativas e desapontamentos pode resultar num obstáculo à relação terapêutica e, portanto, aos resultados da intervenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #consultapsicologia #consultapsicologiaonline #relaçãoterapêutica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 06 Jan 2023 17:46:58 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cringe</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/cringe</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguma vez o sentiram?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O termo "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cringe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           " tem-se tornado cada vez mais comum nas redes sociais e na internet em geral. Ele refere-se a uma reação de desconforto ou constrangimento que algumas pessoas experimentam ao assistir a algo que consideram embaraçoso ou ridículo. Mas o que é exactamente o cringe e por que algumas pessoas sentem isso? O cringe é uma resposta emocional que surge como uma defesa contra aquilo que consideramos inadequado ou desagradável. É uma forma de proteger a nossa própria imagem e autoestima. Quando sentimos cringe, podemos experimentar uma série de emoções negativas, como vergonha, raiva, desgosto ou nojo. Também podemos sentir um desejo de afastar ou evitar aquilo que está a causar o cringe em nós. No entanto, é importante lembrar que o cringe é subjetivo e pode variar de pessoa para pessoa. O que causa cringe numa pessoa pode não causar em outra. Além disso, o que é considerado cringe numa determinada época ou cultura pode não ser o mesmo noutra. Apesar de o cringe ser geralmente visto como algo negativo, ele também pode ter um lado positivo. Por exemplo, pode ajudar-nos a afastarmo-nos de comportamentos ou situações que são prejudiciais para nós. Também pode ser uma forma de expressão e comunicação, permitindo que partilhemos as nossas reações e sentimentos com os outros. No final das contas, o cringe é apenas mais um aspecto das emoções complexas que experimentamos como seres humanos. É importante reconhecê-lo e compreendê-lo, mas também é crucial não deixarmos que ele nos domine ou nos impeça de viver plenamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acham do cringe? Alguma vez o sentiram?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #cringe #emoções #consultapsicologiaonline #psicologosonline
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 16 Dec 2022 07:55:14 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Relações tóxicas</title>
      <link>https://www.onpsycare.com/relacoes-toxicas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são relações tóxicas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As relações tóxicas são aquelas que causam danos emocionais e psicológicos tanto para quem as vive quanto para quem as observa de perto. Essas relações podem ocorrer em qualquer tipo de vínculo, seja entre amigos, colegas de trabalho ou mesmo entre parceiros românticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As relações tóxicas são caracterizadas por comportamentos manipuladores, desrespeitosos e abusivos. O indivíduo que se encontra nesse tipo de relação pode sentir-se constantemente inseguro e desvalorizado, além de passar por altos níveis de stress e ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infelizmente, muitas pessoas acabam enganando-se com as promessas vazias e palavras doces de quem as manipula, e acabam ficando presas em relações tóxicas por medo de estar sozinhas ou de não conseguir encontrar alguém melhor. No entanto, é importante lembrar que a vida é curta e que você merece ser tratado/a com respeito e amor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os efeitos das relações tóxicas na saúde mental podem ser devastadores. Essas relações podem causar sérios danos à saúde mental das pessoas envolvidas, incluindo ansiedade, depressão, baixa autoestima e até mesmo transtornos alimentares e de sono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, estar em uma relação tóxica pode afetar negativamente outras áreas da vida, como o trabalho e as relações interpessoais. É importante tomar medidas para sair de uma relação tóxica o mais rápido possível e procurar ajuda de profissionais de saúde mental se necessário. Fale com o seu psicólogo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #relaçõestóxicas #autoestima #amorpróprio #saúdemental #consultapsicologiaonline #psicólogosonline
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Wed, 07 Dec 2022 07:28:37 GMT</pubDate>
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